terça-feira, 31 de julho de 2007

Do início ao fim.

Dizer o que?
As palavras fogem numa velocidade impressionante
Assim como o canário que vê a fresta da porta da gaiola aberta
Cada letra tem um significado dado só por aquele que escreve
E dependendo de quem lê, entende ou não.
O que se entende acaba sendo por demais, e o que não se sabe acaba sempre inoportuno.
Aquilo que começa sempre termina, e na análise lógica não há porque começar.
Ah se tudo fosse como nos inúmeros livros de auto-ajuda, onde fazer o que se pede parece normal.
Seria difícil ser normal. É tão difícil ser normal que há momentos em que nós mesmos não sabemos quem somos, acabamos se deixar por vontade própria (induzida), ignorância ou burrice.
Queria entender um pouco mais do que somos feitos, além do corpo e da alma. Tenho convicções.
Acredita quem crê, faz analogia o cético e vira as costas o ignorante.

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